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Que seja bom, bonito e pleno.



E para nós,  eu desejo, tudo de bom que houver nesse mundo. E que as cicatrizes de feridas antigas não nos impeça de confiar um no outro de olhos fechados. Que as dores de amores fracassados não nos faça desistir sem antes tentar. Que o medo da queda não seja maior que a vontade de voar. Que haja mais alegrias que tristezas, mas encantos que enganos e mais calmaria que confusão. Que seja bom, bonito e pleno. Que valga a pena e que seja doce. E que o medo do "adeus" não nos impeça de dizer "olá" pra vida. Que o nó do nosso "nós", nunca desate. Que tudo seja sempre sol e sombra fresca. Mas que possamos virar guarda-chuva nas noites de tempestade, caso o outro precise. Que sejamos sempre nós e por nós, sempre. E que não nos falte carinho e fé.

Um comentário:

  1. Como disse uma vez a saudosa Clarice Lispector: “A verdade do mundo é impalpável. Inútil querer: só vem quando quer e espontaneamente. Habituar-se à felicidade seria um perigo. Ficaríamos mais egoístas, porque as pessoas felizes o são, menos sensíveis à dor humana, não sentiríamos a necessidade de procurar ajudar os que precisam - tudo por termos a graça e a compensação e o resumo da vida.”

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